Bem, tenho uma longa história para contar, mas prefiro resumir. Me senti inútil no primeiro período de faculdade após ir mal em uma matéria (como se isso fosse anormal) a qual eu tanto gostava mas passei a odiar. Na verdade, e com toda sinceridade, não odeio mais a tal matéria e que tanto gostava, mas cá entre nós, eu não fui com a cara daquela professora. Nada pessoal, mas o santo não bateu. Entretanto, outra professora doce e amável me sugeriu procurar um acompanhamento psicopedagógico (eu nem sabia o que era isso) para me acalmar os nervos, tentar sacudir a poeira e me colocar nos trilhos novamente. Aqui entra Mônica com todo o seu trabalho de aconselhamento, os jogos, a interação com outras pessoas que também passaram pelas mesmas situações, as brincadeiras etc. Um trabalho de qualidade, com amor e carinho, do jeito que “a gente” universitário sofredor gosta! Um grande beijo! 🙂
